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03 – Probleminha lá… Quem nunca?

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Neste episódio abordamos um tema pouco falado abertamente entre as mulheres, problemas na famosa ppk, vulgo, vagina.

Falamos sobre HPV, Sífilis, HIV, Gonorreia, Candidíase, etc, além de dar dicas de como fazer a pepeca ventilar.

Você sabia que agora ninguém mais usa o termo DST (Doença Sexualmente Transmissível)? O termo correto é IST, que significa Infecção Sexualmente Transmissível. 

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada.

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“Todos os dias, há mais de 1 milhão de novos casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ​​entre pessoas de 15 a 49 anos, de acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Estamos vendo uma falta relativa de progresso em parar a propagação de infecções sexualmente transmissíveis em todo o mundo”, disse o Dr. Peter Salama, diretor executivo da Cobertura Universal de Saúde e do Curso de Vida da OMS.

Desde os últimos dados publicados em 2012, não houve declínio substancial nas taxas de infecções novas ou existentes. Em média, aproximadamente 1 em cada 25 pessoas no mundo tem pelo menos uma IST, de acordo com os números mais recentes, com algumas tendo múltiplas infecções ao mesmo tempo.ISTs mais comuns

O levantamento da OMS mostra que as infecções sexualmente transmissíveis mais comuns em todo o mundo são:Tricomoníase – 156 milhões Clamídia – 127 milhões de casos Gonorreia – 87 milhões Sífilis – 6,7 milhões

Além dessas, há outros tipos de ISTs que trazem riscos à saúde e apresentam cada vez mais resistência a medicamentos, como o mycoplasma.”

Fonte: http://bioemfoco.com.br/noticia/1-millhao-novos-casos-ist-diariamente-diz-oms/

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“Pesquisas mostram que o uso dos preservativos sexuais vem caindo ao longo dos anos, especialmente entre os jovens. As consequências da rejeição ao preservativo já são notadas pelas autoridades de saúde brasileiras. Segundo o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, entre 2010 e 2018, houve um aumento de 4.157% nos casos de sífilis no país.

Apenas em 2018, foram registrados mais de 246 mil casos entre sífilis adquirida, em gestantes e congênitas. Em relação às mortes, foram 241 – todas devido à sífilis congênita, que ocorre quando a mãe transmite a doença para a criança durante a gestação.

Em comparação com 2017, esses números representam um aumento de 25,7% nos casos em gestantes, 28,3% na adquirida e 5,2% na congênita.”

Fonte: https://pebmed.com.br/sifilis-aumento-mais-de-4-000-dos-casos-no-brasil/

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Erratas:
– O nome do medicamento utilizado para HIV é “antiretroviral” e não “retroviral”.
– Candidíase não é transmitida por relação sexual.

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Participação especial da Dra Beatriz Barbosa. Sigam ela no Instagram.
www.instagram.com/dra.beatrizbarbosa

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