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04 – Masculinidade tóxica

O estereótipo masculino de herói durão faz com que os homens sejam enquadrados em ideais que se espera do gênero. São eles: heterossexualidade, físico apto (forte), corajoso, no controle, ativo, sexualmente experiente, prontidão sexual, fala firme, não demonstra emoções, sabe se defender, não chora, sexualmente impositivo, trabalhador, provedor, não comete erros, não desiste, aguenta o tranco, competitivo, bem-sucedido, bully, dominante em relação a mulher.
Todos esses são parâmetros sociais esperados de um homem. Quando um garoto se comporta de maneira diferente daquilo que é esperado deles, logo vem expressões ofensivas para os fazer lembrar de que aquela não é a maneira adequada de se comportarem, como: maricas, filho da mamãe, gay, bebzão, mulherzinha e por aí vai.
Isso se reflete nas relações sociais e pessoais. No sexo, a sociedade pensa a prática do sexo anal sempre como algo passivo, algo que é reservado somente aos homens homossexuais, como uma forma de prazer que substitui o sexo vaginal. Sabemos que essa prática é apenas mais uma e pode ser tão prazerosa quanto as outras. Mas então porque tanto tabu?
Para nos ajudar a desmistificar esse tema sobre um olhar masculino convidamos o ator e dublador Marcio Orochi para esse bate-papo delicinha.

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03 – Probleminha lá… Quem nunca?

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Neste episódio abordamos um tema pouco falado abertamente entre as mulheres, problemas na famosa ppk, vulgo, vagina.

Falamos sobre HPV, Sífilis, HIV, Gonorreia, Candidíase, etc, além de dar dicas de como fazer a pepeca ventilar.

Você sabia que agora ninguém mais usa o termo DST (Doença Sexualmente Transmissível)? O termo correto é IST, que significa Infecção Sexualmente Transmissível. 

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada.

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“Todos os dias, há mais de 1 milhão de novos casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ​​entre pessoas de 15 a 49 anos, de acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Estamos vendo uma falta relativa de progresso em parar a propagação de infecções sexualmente transmissíveis em todo o mundo”, disse o Dr. Peter Salama, diretor executivo da Cobertura Universal de Saúde e do Curso de Vida da OMS.

Desde os últimos dados publicados em 2012, não houve declínio substancial nas taxas de infecções novas ou existentes. Em média, aproximadamente 1 em cada 25 pessoas no mundo tem pelo menos uma IST, de acordo com os números mais recentes, com algumas tendo múltiplas infecções ao mesmo tempo.ISTs mais comuns

O levantamento da OMS mostra que as infecções sexualmente transmissíveis mais comuns em todo o mundo são:Tricomoníase – 156 milhões Clamídia – 127 milhões de casos Gonorreia – 87 milhões Sífilis – 6,7 milhões

Além dessas, há outros tipos de ISTs que trazem riscos à saúde e apresentam cada vez mais resistência a medicamentos, como o mycoplasma.”

Fonte: http://bioemfoco.com.br/noticia/1-millhao-novos-casos-ist-diariamente-diz-oms/

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“Pesquisas mostram que o uso dos preservativos sexuais vem caindo ao longo dos anos, especialmente entre os jovens. As consequências da rejeição ao preservativo já são notadas pelas autoridades de saúde brasileiras. Segundo o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, entre 2010 e 2018, houve um aumento de 4.157% nos casos de sífilis no país.

Apenas em 2018, foram registrados mais de 246 mil casos entre sífilis adquirida, em gestantes e congênitas. Em relação às mortes, foram 241 – todas devido à sífilis congênita, que ocorre quando a mãe transmite a doença para a criança durante a gestação.

Em comparação com 2017, esses números representam um aumento de 25,7% nos casos em gestantes, 28,3% na adquirida e 5,2% na congênita.”

Fonte: https://pebmed.com.br/sifilis-aumento-mais-de-4-000-dos-casos-no-brasil/

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Erratas:
– O nome do medicamento utilizado para HIV é “antiretroviral” e não “retroviral”.
– Candidíase não é transmitida por relação sexual.

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Participação especial da Dra Beatriz Barbosa. Sigam ela no Instagram.
www.instagram.com/dra.beatrizbarbosa

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Ouça o Marrrmenina na Rádio Marca Brasil

Temos o prazer de anunciar que fizemos uma parceria incrível com a Rádio Marca Brasil. E você pode nos ouvir toda sexta-feira, as 23h, com reprises aos domingos as 23h.

Acesse: https://radiomarcabrasil.com/

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02 – Minha barriguinha, minhas regras

Neste episódio abordaremos o assunto sobre as imposições da sociedade em um esteriótipo de beleza: a barriga negativa.

Barriga, por ela é gerada a vida. Que sociedade é essa que nos faz odiar nossa barriga? Odiar nossos corpos.

Porque só posso andar com a barriga de fora se ela for chapada?

Você se sente bem com a sua barriga?

Faz parte do discurso feminista o empoderamento do próprio corpo. A aceitação de como ele é e como ele é lindo e perfeito exatamente dessa forma. Mas não são todas as mulheres que conseguem aceitar seu corpo e suas formas. Nossa sociedade contemporânea nos empurra goela abaixo um esteriótipo de beleza praticamente impossível de ser alcançados por reles mortais como nós mães, filhas, trabalhadoras, estudantes, mulheres comuns. 

Em toda roda de conversa feminina que você adentrar, certamente ouvirá o tópico mais reclamado por todas as mulheres: a barriga.

Esqueça essa história de “Como negativar a sua barriga em 5 passos”. Aqui o papo vai ser outro. Vem com a gente desmistificar mais esse assunto!

Produção – Gabi Cecon e Ana Quitéria

Edição – Sheila Chaves

Sonoplastia – Júlio Pinto

Músicas – Mina (Negra Li) – Cota não é esmola (Bia Ferreira) – Dona da Minha Vida (Rouge)

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01 – Fomos ao Sexshop e olha só no que deu……

Um podcast totalmente descontraído para desmistificar assuntos do nosso cotidiano. Três amigas reunidas para falar tudo o que você sempre pensou mas nunca teve coragem, buscando sempre a opinião de um convidado para que o papo seja ainda mais gostoso. 

E aí? Ficou curiosa(o)?  

Marrrmenina!! Em nosso primeiro episódio vamos falar sobre um assunto super gostoso, Sexy Shop!  Contamos com a participação da ginecologista e sexóloga Nelly Kobayashi e do Júlio da Boutique erótica Innuendo. 

Tivemos também o depoimento da Priscila Mendonça. A loja virtual dela é a www.loja.produtosasos.com.br/gulosa, e o instagram @gulosa.tl.sexshop
Você sabia que somente 1% dos frequentadores de sexy shop são homens? Quer saber mais informações interessantes? 

Dá play aí e vem com a gente!

1 – Segundo a ABEME (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual) 80% dos frequentadores de butiques eróticas no Brasil são mulheres. Porque ainda assim encontramos resistência por parte das mulheres de falarem sobre o assunto?

2 – A maioria das mulheres de hoje não tiveram uma conversa franca com seus pais sobre educação sexual. De que forma podemos conversar com nossos filhos sobre o assunto? Qual a idade ideal para falar sobre sexo e sexualidade?

3 – Porque o prazer feminino ainda é um tabu?

Entre em contato conosco através do nosso e-mail ou nossas redes sociais.
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Instagram: @Marrrmenina@annaquiteria@chavessheila@gabicecon